Uma década depois e o 11/9 desperta cada vez mais desconfiança na opinião pública mundial

10/09/2011 15:13

 

Uma década depois e o 11/9 desperta cada vez mais desconfiança na opinião pública mundial

 

(...)     Denúncias de fraude

O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, não é o que se pode considerar um hóspede bem-vindo nos EUA, mas no ano passado ele fez por onde merecer o ódio dos republicanos. Em plena sessão plenária das Nações Unidas, disse com todas as letras o que cineastas, jornalistas e parlamentares às centenas já apregoam nas redes sociais há uma década e acusou a direita norte-americana de promover a maior fraude de todos os tempos com os supostos atentados às Torres Gêmeas.

Já em 2004, o cineasta Michael Moore produziu um especial sobre o 11 de Setembro. O filme tem cerca de duas horas e lotou as salas de exibição nos Estados Unidos e nos demais países onde foi exibido. Originalmente ele foi produzido por uma empresa filiada à Disney Produções, contudo, a empresa se recusou a exibi-lo, quando viu o resultado final. A recusa é fácil de entender porque a Disney tem sua sede na Flórida, Estado lhe confere várias isenções fiscais e o irmão do presidente Bush, Jeb, era o governador do Estado.

 

Michael Moore venceu a batalha. A Disney manteve sua posição de não exibir o filme, mas concordou em vendê-lo para outra produtora. O documentário trazia denúncias gravíssimas sobre como o presidente Bush levou o Congresso e as pessoas a pensarem que Saddam Hussein teria alguma coisa a ver com os atentados em Nova Iorque. Mas o enfoque principal do filme é uma bomba para George W. Bush. Ele diz claramente que a família Bush teria negócios com a família Bin Laden.

É exibida uma relação de vôos que saíram dos EUA com destino à Arábia Saudita levando 24 pessoas da família de Osama Bin Laden, no dia 13 de setembro, mesmo com a proibição de todos os vôos nos dias seguintes ao atentado. A Halliburton, empresa que o vice-presidente, Dick Cheney, presidiu por cinco anos também é citada. Várias pessoas dão depoimento sobre os enormes lucros que a empresa obteve desde que os EUA invadiram o Iraque.   (...)

 

 

Outras tantas produções se esmeram em mostrar como as CNN dizendo que “não há asas” nos restos em chamas do petardo que acertou uma área em construção do complexo militar norte-americano.

Leia o texto na íntegra clicando neste link:

http://correiodobrasil.com.br/uma-decada-depois-e-o-11-9-desperta-cada-vez-mais-desconfianca-na-opiniao-publica-mundial/294742/

 

 

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